quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Reflexões, mistura de pensamentos e palavras...


Como vai ser?
Esperar passar? Tentar mudar?
Fazer valer? Com certeza!
Procurar?
Pensar? Desistir?
Recomeçar?
Sorrir? Fingir?
Gritar? Chorar?
Correr? Ficar?
Rezar...

Pensamentos misturados, refeitos, expressando uma idéia de mente confusa. E ao mesmo tempo perdidos, buscando uma resposta para perguntas que não cessam, não deixam de tentar enlouquecer. Um pouco de inveja da tranquilidade e paz daqueles que conseguem, sem esforço, relaxar. Força para não surtar, delirar, esmaecer. Força pra aguentar, superar e rir de tudo isso. Não olhar pra trás, não chorar por tempos perdidos ou passados. Fazer uma nova história, avaliar meus ideais, rever meus valores também. Ver se não desperdiço meu tempo com quem não merece. E curtir, aproveitar, estudar, conhecer pessoas, lugares; adquirir conhecimento, enriquecer as idéias, preencher meu tempo.
E se eu mudei? Alguém tem algo a ver com isso? Eu não estou atrapalhando sua vida, estou? Se estou fazendo mal a alguém, esse alguém sou eu. E se eu não sou a mesma que conheceu há anos atrás? As coisas podem até mudar. Aliás, tudo muda, mas o brilho dos olhos peramanece o mesmo... a vida toda. Minhas considerações são as mesmas, como sempre foram. Nos importamos realmente com as pessoas? Real? Duvido. No fundo somos egoístas. O problema do mundo são as pessoas - uau, novidade! Falam demais, inventam demais, irritam demais: tudo em demasia. Abrir a boca pra elogiar, haha!, bem difícil. Pra falar mal? Nem pensam.
No final, percebo como é importante viver. Viver e observar. Parar para observar! Observar para não ser igual, ou às vezes para se inspirar. Consertar erros? Não, não existe conserto. Não existem justificativas para os erros: isso você só aprende vivendo e errando, por conseguinte. Qual a próxima desculpa que vai arranjar para outra mancada que deu? Entende? Não há desculpas... Erramos. Só temos que admitir e tentar não errar novamente. Não - erramos de novo. Sempre vamos errar. Talvez, perder por errar seja um castigo que nos faz repensar atitudes. Castigo importante, mas muitas vezes ferino e definitivo.
Quem merece o meu valor? Quem merece o teu? Alguém me considera? Quem é perfeito, quem faz tudo certo sempre? Quem não magoa? Sejamos hipócritas então. Tampemos os ouvidos e coloquemos máscaras. Convívio fácil, aceitável e falso. Quantos não são assim... e você nem percebe. Nem imagina. Quantos são insuportáveis, justamente por não aceitar isso. E ninguém entende. Querem seu sorriso e seus feitios perfeitos! Não saia do caminho, não pise na bola: deixe que eles pisem.
Não confie demais, acredite duvidando. Não se iluda, não espere nada nunca, nem de você. Não espere muito de ninguém, nem de coisa alguma. Ou confie. Quebre a cara e continue acreditando. Espere sempre demais e se decepcione.
Voltar, refletir. Seja o que achar mais conveniente. Não pergunte o que ser para outra pessoa: tenha caráter e sua própria dignidade. Não se aliene também. Não deixe de ouvir tudo, pode ser que existam aqueles que se importam com você. E não ouça de tudo: as pessoas nunca deixarão de falar mal, pelas costas, exageros e desperdícios.
Sentir a brisa, viver... Dançar, cantar, exaltar-se! Sentir tudo ao mesmo tempo: mergulhar-me em sinestesia. É o que eu quero no momento.

Esqueça, durma e descanse.